Autor: Francisco Augusto da Costa Garcia

Dados do Autor: Mestre em Engenharia elétrica pela Universidade de Campinas (2009). Atualmente cursa Pedagogia na Universidade de Brasília. chicosdr@gmail.com

 

1. INTRODUÇÃO

 

No início do séc. XXI, uma revisão do processo educacional brasileiro e uma discussão acerca das responsabilidades da educação infantil nos transportam para uma revisão da própria dinâmica da sociedade moderna. Nas últimas décadas, parte da educação das crianças e jovens foi sendo preterida pelos pais e delegada à escola. Em parte devido às demandas mercadológicas, como a sujeição a horários exigentes e locais de trabalho mais distantes de casa, a necessidade de complementação de renda forçando uma maior dedicação da mulher à formação profissional e a hipertrofia dos conglomerados urbanos, gerando especulação e inflacionando os preços, o que aumenta inevitavelmente o custo de vida. Outro motivo dessa delegação de responsabilidades dos pais é a exigência técnica imposta pela cultura. As crianças e jovens ganham o status de prendados e urgem por cursos de línguas, esportes, a última tecnologia de aprendizado, e os pais podem se sentir inábeis para cumprir com tamanha exigência.

No entanto, as crianças e jovens, ao invés de se sentirem mais e mais realizados, têm percebido e incorporados uma nova forma de agir, o agir do homem light. O que nos alimentos significa pouco alguma coisa, pouca gordura, pouco açúcar, reflete uma fraqueza de caráter se aplicado ao agir humano. Esse homem light tem dificuldade de se comprometer de forma duradoura, tem dificuldade de levar a cabo os planejamentos realizados, não se sente responsável pela própria vida porque não é maduro, e por isso não consegue se realizar nem profissionalmente nem pessoalmente. A educação necessita de alguns elementos que podemos dizer que são essenciais: o ambiente externo, o ambiente interno e os meios de comunicação. Há pouco tempo atrás, mas não tão pouco assim, tínhamos habitualmente um ambiente externo favorável com bons exemplos externos, um ambiente interno favorável, a família, e meios de comunicação favoráveis, que ratificavam a formação de valores ensinada pelos pais e escola. Esses elementos acabavam por fortalecer a vontade. No entanto, parte dessas características foi sendo substituída por um ambiente externo desfavorável, com contra-exemplos, um ambiente interno desfavorável, tendo com freqüência familiar desestruturadas, e por último meios de comunicação desfavoráveis pregando contra-valores. O resultado não poderia ser outro senão o enfraquecimento da vontade. É nesse sentido que é importante formar e educar bem a vontade das crianças e adolescentes, pois se é na vontade que reside o querer humano, e na inteligência o saber humano, o exercício pleno da liberdade, responsável e feliz, passa por considerar a educação da vontade. Esse artigo pretende, de forma sucinta e clara, abordar as dimensões da vontade, o conceito de liberdade, e apresentar exemplos práticos de como atuar pedagogicamente tanto no ambiente escolar quanto no ambiente familiar.

 

2. ESTUDO DE CASO DO FILME A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATES

 

Um exemplo lúdico de como pode estar deseducada a vontade das crianças é o caso relatado no filme a fantástica fábrica de chocolates. Nele, um excêntrico dono de uma fábrica de doces convida cinco crianças para visitarem sua fábrica. Para quatro deles, inesperados acontecimentos deixam transparecer uma deficiência de caráter. Nos ambientes sociais, as crianças, e posteriormente os jovens e futuros adultos precisarão compreender e exercer sua liberdade bem formada. Relataremos as deficiências como sendo os três Bs, o BBB. O Banana, o Bolha, e o Best.

Um dos personagens, o Banana, é representado por um garoto gordo que não conseguia manter a temperança diante de um desejo de comer. Aparentemente, o que no início pode ser até engraçado retrata uma falta de autodomínio de si sobre as circunstâncias externas. A falta de domínio enfraquece o caráter e predispõe uma postura de submissão. O Bolha, um garoto que passava muito tempo nos seus jogos eletrônicos e no mundo virtual, se mostrava um tirano no mundo real, desrespeitando o pai e supervalorizando a sua vontade em detrimento o que pudesse ser o bem para os demais. João Malheiro observa esse fenômeno e comenta:

Cada vez mais, nos dias que correm, pais e educadores de jovens e adolescentes se deparam com um problema muito sério nessa passagem difícil da adolescência para a idade adulta: a grande indiferença para o aprendizado moral e para a vivência ética das virtudes.

 

De fato, observa-se que são muitos os jovens que passam, como ensinava Piaget, dessa fase da heteronomia moral - fase de viver o que lhe mandam - para a fase da autonomia ética de forma bastante indiferente e desinteressada, como se suas escolhas não determinassem, em parte, sua felicidade e seu futuro. A resposta para este fenômeno parece estar não só na desvalorização e/ou incapacidade familiar e escolar para a educação ética/moral, mas também no atraso dessa passagem que a própria família e a sociedade de consumo estão provocando, mais ou menos inconscientemente.

 

Infelizmente, como diz Tony Anatrella, renomado psicanalista francês, uma das maiores contradições de nossa sociedade ocidental consiste em fazer crescer a juventude muito rapidamente, facilitando-lhe várias experiências precoces, muitas delas nocivas, e, ao mesmo tempo, animá-la a permanecer adolescente o maior tempo possível, com as facilidades de uma vida cômoda e sem dificuldades. Aprofundemos no fenômeno.

 

Desde a mais tenra idade, tanto os pais como as empresas de consumo, com seus poderosos veículos de comunicação de massa, ambos com intenções muitas vezes duvidosas e pouco éticas, procuram satisfazer as crianças com todos os equipamentos de diversão e comunicação, de forma que os "convençam" que ficarem em casa, no seu quartinho, como numa autêntica "bolha protetora de micróbios", é a forma de serem e viverem mais felizes e seguras, depois da escola. Constroem para eles uma autêntica "bolha material", onde há pouco espaço para o diálogo educativo e para as amizades verdadeiras. Como aponta Tânia Zaguri, sentimentos de culpa pela ausência e omissão dos pais, que têm que trabalhar, são muitas vezes os motivadores para esses excessos. (MALHEIRO, 2009)

 

Por último, o Best é representado por duas meninas consideradas prendadas e muito bem dotadas. Elas não são acostumadas a ouvirem negações frente aos desejos. Destacam-se pela sua astúcia.

 

[...] Quando chegam à idade de desenvolver mais suas capacidades e habilidades intelectuais, as famílias as "entopem" de cursos e esportes extraescolares, com a ilusão de que assim conseguirão maior realização profissional futura. Entretanto, como com a "bolha material" só conseguiram desenvolver uma ou duas amizades reais - virtuais muitas! - as crianças, ao sair de casa para esses inúmeros cursos, sentem dificuldade no relacionamento e muita insegurança. Como solução, muitas são como que obrigadas a transportar de forma inconsciente essa bolha material invisível para se refugiar: celulares com os seus derivativos, mp4 player, livros... Tendo dificuldade para se comunicar e descobrir um "outro tu", reforçam a bolha material criando uma nova camada que poderíamos chamar de "bolha psicológica", que as cegam para qualquer interesse que não seja individual.

 

Por fim, se tiveram a sorte de conseguir ingressar na vida universitária, onde existe habitualmente uma explosão intelectual, um aumento do conhecimento e uma liberdade falsamente ilimitada, os jovens que não aprenderam o certo e errado, sentem necessidade de criar uma ética própria para satisfazer suas inseguranças ou justificar suas ações, muitas vezes erradas, que tranquilize suas consciências. Criam uma terceira camada da bolha, chamada "bolha filosófica". As tragédias nesta fase, que quase sempre são de tentativa e erro, costumam ser freqüentes e deixam marcas para o resto da vida. [...]

(MALHEIRO, 2009)

 

3. O QUE É LIBERDADE?

 

A liberdade tem sua raiz na profundidade da pessoa humana que é por natureza um ser livre (YEPES, 2003). Como conseqüência, a liberdade permeia todos os atos da pessoa, inclusive no âmbito corporal. No entanto, a liberdade se fundamenta principalmente no exercício da vontade. De que modo a vontade pode ser exercida? Enquanto o uso da razão pode ser dividido em três: uso da razão técnica, uso da razão prática e uso da razão teórica, iremos dividir a vontade em cinco modos de atuação, a saber: o desejo, a escolha do passado, a escolha do futuro, a vontade criadora, e o amor (ALVIRA).

O desejo é a inclinação para um bem captado racionalmente. Assim o desejo consiste na busca ou posse do bem desejado. Uma vez conseguido esse bem, o desejo transforma-se em alegria e satisfação. Assim, a vontade é querer.

A escolha voluntária, a vontade, pode se orientar em dois sentidos: se é orientada para o passado, adota a forma de aprovação ou desaprovação. Esse modo da vontade diz respeito a coisas que já são, já ocorreram e por isso convive com a própria realidade.

Se a escolha se orienta ao futuro chama-se domínio ou poder, porque se relaciona ao que será o futuro. Domínio é ser senhor da própria vida, decidir sobre o que se pode fazer porque só depende de si. O “eu posso” olha para o futuro e determina um caminho de concretização da vontade.

A vontade criadora é aplicada a todas as questões técnicas e artísticas, no qual se dá forma a matéria. A capacidade criadora do homem transcende ao âmbito técnico, pois da intimidade pessoal surgem muitas novidades inéditas (MARINA, 1993) como os atos lingüísticos de falar e escrever, a transformação da matéria para gerar riqueza, criar instituições e convenções, relacionamentos pessoais, como a amizade, etc. Assim, a vontade é criar.

Por último há um uso da liberdade que podemos chamar de amor, que consiste no reconhecimento e afirmação de uma realidade pelo que ela é em si mesma. Amar é deleitar-se, alegrar-se, no bem do outro. A benevolência é um caso do uso da vontade como afirmação, como amor. Trata-se de uma resposta voluntária à captação racional da inteligência das coisas como elas são de fato. Assim, a vontade é amar. De acordo com Malheiros, continuando seu pensamento anterior a luz da explicação de liberdade, temos que:

 

[...] Esta tríplice camada que envolve os "meninos-bolha" é a que produz depois uma enorme força-resultante centrípeta egocêntrica que os leva a realizar somente aquilo que alimenta um eu voraz de prazer sem lógica e sem limites, gerando, conseqüentemente, um subjetivismo irracional, uma ética sem fundamentos sólidos e, ao final, um coração embolhado, isto é, vazio de amor: não conseguem entender a linguagem do amor e da amizade verdadeiros. Estes "meninos-bolhas" não conseguem, na prática, transcender e valorizar a ética, porque ela só se busca quando se tem um porto a chegar, um ideal de perfeição a se alcançar. (MALHEIROS, 2009)

 

Uma forma de se abrir para uma educação ética é esperar que a vida, com suas vicissitudes e tragédias dolorosas, se encarregue de furar a bolha, acordando-os para uma realidade que não conhecem. Outra forma é aquela em que um agente externo como uma amizade, os pais, ou educadores, os ajude não só a repensar a própria vida, mas também a descobrir que é a própria dinâmica e vivência das virtudes evitará que essas bolhas e camadas se formem.

A inteligência serve para conhecermos o bem, a verdade e a beleza movendo-nos a tomar decisões acertadas. A vontade nos orienta para colocar as melhores decisões escolhidas em prática e vencer os impulsos contrários a ação escolhida.

Quais os protagonistas da educação infantil? A escola, a família, os meios de comunicação, os amigos? Como educar a vontade com famílias desorientadas? Protagonistas da mudança? Pais, com maior responsabilidade. Formação contínua, educar com intencionalidade. Bons livros, conselhos oportunos, diálogo entre os cônjuges. Fórmula do sucesso? Estímulos, amos, exemplo, não basta. Nada funcionará sem a correta educação da vontade.

 

3. UMA PEDAGOGIA PARA EDUCAÇÃO DA VONTADE

 

Estudos têm percebido que a educação deve ser intencionalista. Ou seja, deve-se desejar e pensar no que se quer ensinar em cada momento. Essa percepção exige um maior esforço para perceber as necessidades educacionais para cada idade. Essa proposta pedagógica tem constantemente que responder as perguntas sobre: a educação no período ótimo, a educação eficaz, a educação preventiva, a educação com o exemplo, a educação motivada, e a educação personalizada.

As três primeiras áreas tratam principalmente do quando educar e as três seguintes de como educar.

 

A educação no período ótimo

 

A educação nos períodos ótimos diz respeito ao conhecimento do desenvolvimento cognitivo adequado para adquirir hábitos específicos para cada idade. Para tanto, é necessário conhecer os períodos sensitivos para cada etapa do desenvolvimento e poder estimular a prática de bons hábitos que fortaleçam a vontade. A Tabela 1 é apresentada com as virtudes e os períodos sensitivos ótimos.

 

 

 

A virtude e o período sensitivo:

 

A ordem (higiene, alimentação e sono)

1 a 3 anos

A obediência

3 a 6 anos

A generosidade

6 a 9 anos

A laboriosidade

9 a 12 anos

A solidariedade

12 a 15 anos

A lealdade

15 a 18 anos

Tabela 1 – Virtudes e períodos sensitivos

 

A virtude da ordem pode ser dividida em três fases, pois como o desenvolvimento é bastante acelerado nessa faixa etária, cada fase pode apresentar uma evolução nas demandas cognitivas e no desenvolvimento da vontade. Para a faixa etária de 0-1 ano, a virtude da ordem pode ser esquematizada e desenvolvida principalmente no cumprimento de um horário. Horários bem definidos para sono e alimentação devem ser cultivados, juntamente com hábitos de higiene bem definidos e constantes. Como nessa fase a linguagem ainda não está desenvolvida é ainda mais importante o exemplo dos pais refletido em um ambiente ordenado.

De 1-2 anos, a ordem é exercitada juntamente com a constância e tenacidade ao brincar e guardar as peças dos jogos de encaixe e que a criança faça coisas sozinha como guardar os brinquedos, sapatos, utensílios, por exemplo.

Ainda falando da ordem, a terceira fase, de 2-3 anos pode representar a participação da criança em algum pequeno encargo nas tarefas familiares como enxugar talheres e guardar, arrumar os sapatos, recolher o lixo do chão, guardar utensílios de plástico. Assim, a criança se sente útil e participante da família. Todas essas atividades são ocasiões intencionais para que os pais possam ativamente participar do desenvolvimento da criança. O fortalecimento dos laços paternais ajuda ainda mais para o desenvolvimento emocional e afetivo. Por último, é importante que se tenha horários definidos para refeições, lanches, televisão, música, passear.

A virtude da obediência, com período sensitivo de 3-6 anos deve ser estimulada tanto pela presença de encargos como usar o aspirador de pó, guardar os talhares ordenadamente, guardar os utensílios de plástico, arrumar a mesa quanto pela percepção que há uma hierarquia nas vontades com relação aos pais. É importante frisar ainda que a presença de encargos, cada um adequado à idade e o interesse da criança é fundamental para uma boa ordem familiar. Famílias onde não há divisão de responsabilidades na execução das tarefas domésticas, como arrumar a própria cama, se a idade permitir, arrumar o quarto, manter a ordem nas áreas comuns têm dificuldades em criar vínculos e cultivar a responsabilidade pelo comum.

A virtude da generosidade, de 6-9 pode ser estimulada propondo jogar com os irmãos menores, trazer doces de festa para os irmãos que não puderam ir, e cuidar dos livros para os irmãos. Os encargos como: arrumar a cama, lavar ou enxugar a louça, retirar a mesa, doar brinquedos e roupas, realizar trabalho para os outros deve ser pensado.

A virtude da laboriosidade, de 9-12 pode ser despertada e estimulada com encargos um pouco mais trabalhosos como dobrar e guardar a própria roupa, varrer e passar pano úmido na casa, enxugar e guardar a louça, ter um plano diário com horário de estudos.

A virtude da solidariedade, de 12-15 pode ser cultivada ao ajudar os irmãos menores nos encargos, estudar com um amigo que tem dificuldade em alguma matéria, ajudar na lição e no estudo os irmãos menores, fazer a lista de supermercado, fazer a lição e o estudo com esmero.

A virtude da lealdade, de 15-18 como a solidariedade trata principalmente do adolescente olhar para fora de si. Enquanto que as primeiras dizem respeito principalmente à ordem interior da criança. O desenvolvimento humano, segundo Piaget, passa por etapas que devem ser percorridas ordenadamente. As dicas aqui apresentadas não refletem a única forma de se educar a vontade das crianças, mas tem tido bons resultados com famílias de diversas origens. A lealdade pode ser cultivada não permitindo comentários maldosos sobre pessoas, incentivando o fortalecimento da amizade, o sentido de compromisso, sentido de fidelidade, fazer as coisas até o final (cursos, esportes) e principalmente elevando o sentido das ações praticadas para um ideal maior, como a formação de valores e a descoberta de um sentido da vida.

 

Educação eficaz

 

Sinergia positiva -> como potencializar os resultados?

5 condições para o desenvolvimento das virtudes:

alegria

tranqüilidade

confiança

carinho

firmeza

 

Educação preventiva

 

mais vale prevenir do que remediar

teoria da sala de teatro com poltronas vazias:

colocar o bem na poltrona vazia, antes que o mal

se instale;

adiantar-se no bem, chegar antes com o hábito bom

- “prevenir”;

james stenson  centenas de crianças até a fase adulta

 traço comum: não foram educados na vontade =

permissivismo: atitudes deliquentes, drogas, problemas

psicológicos.

 

atitude reflexiva dos pais!

 

 

A educação com o exemplo

 

devemos educar dando exemplo (confiança e

coerência)

mais vale um bom exemplo do que cem palavras -

quais exemplos?

afetividade; laboriosidade; sinceridade;

coerência; serviço aos demais;

 

que nos vejam lutar para sermos melhores pessoas -

exemplo de luta – exemplo de humildade.

 

Educação motivada

 

modelo de pais que se amam

autoridade de prestígio

ambiente favorável

se sintam queridos e aceitos

favorecer a auto-estima  busca do bem

alegria do bem realizado

 

eu quero você feliz a qualquer custo

 

A educação personalizada

 

somos diferentes, únicos e irreptíveis - cada

filho necessita receber uma educação

personalizada

diferenças: biológicas, psicológicas, sociais,

sexo, idade, etc.

tratar e educar o filho segundo a

necessidade deste próprio ser

os filhos não nascem prontos..., tornam-se ...,

para corrigir um defeito, potencializar a

virtude contraria;

que cada filho se sinta “muito especial”- que

ele seja importante para a família;

falar com os filhos a sós;

abrace seus filhos com força - que se sintam

(realmente o sejam): amados!*

 

sabemos exercer a autoridade?

com carinho e firmeza:

 

* não gritar quando damos ordens;

* não repetir as ordens para que as cumpram;

* não aplicar sanções sem alertar sobre as

conseqüências;

* não ameaçar ... quando papai chegar ...

* os pais não divergem (na presença dos

filhos).

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

YEPES, Ricardo, ECHEVARRÍA, Javier, Fundamentos de Antropología, 6ª edição, EUNSA, 2003

ALVIRA, R.,  Reivindicación de la voluntad

MARINA, J. A., Teoría de la inteligência creadora, Anagrama, Barcelona, 1993.

MALHEIRO, João, MENINOS-BOLHAS - Uma juventude sem ética, Gazeta do Povo, 30 de março de 2009.